Benoît Lachambre

Benoît Lachambre

Considerado como “o coreógrafo avant-garde das novas tendências” que se inscreveram depois dos anos oitenta na Europa e no Canadá, Benoît Lachambre interessa-se particularmente por renovar as dinâmicas de percepção que se estabelecem entre o corpo do performer e o corpo do espectador. Is you me, chega em Setembro a Portugal.

David Wampach, Rémy Héritier, François Chaignaud

David Wampach, Rémy Héritier, François Chaignaud

Se a França foi, em tempos, o território de todas as audácias coreográficas, parece que as novas gerações têm dificuldade em relacionar-se com essa herança. Entre resignação e desespero, três coreógrafos emblemáticos desta “época menor” procuram alternativas num panorama mecanizado. 

Sofia Dias & Vítor Roriz

Sofia Dias & Vítor Roriz

Trabalhando em dupla desde 2006, Sofia Dias e Vítor Roriz exploram um movimento que procura uma forma de enfrentar a duplicidade das convenções.

Walid Raad

Walid Raad

Walid Raad nasceu no Líbano em 1967 e vive em Nova Iorque. Para além de performer e teórico é também reconhecido pelo seu trabalho documentalista ao qual deu o nome de Atlas Group. Os processos de inventariação da memória, de registo ficcional da história, numa lógica de completude e não de substituição, tornam o seu trabalho numa singular reflexão sobre a relação com a história.

 

Dave St-Pierre

Dave St-Pierre

Dave St Pierre apresentou Un peu de tendresse, bordel de merde!, durante o 27º Festival de Teatro de Almada. Ouça a conversa que fizemos com o coreógrafo do Quebéc na tarde de 13 de Julho de 2010 e leia o auto-retrato publicado na edição #24. 

Dossier Grandes Entrevistas

Dossier Grandes Entrevistas

Ao longo das suas edições temos publicado entrevistas com os mais diversos, e relevantes encenadores europeus. Conheça algumas delas (dossier em permanente actualização)

Yourcenar/Cavafy

Yourcenar/Cavafy

Yourcenar/Cavafy, encenação de Jean­-Claude Feugnet

Ao apresentar-se como uma encenação de poemas de Konstandinos Kavafis e de textos em prosa de Marguerite Yourcenar, da responsabilidade de Jean-Claude Feugnet, o espectáculo Yourcenar/Cavafy suscita de imediato várias questões, para as quais, contudo, nem sempre se conseguiu encontrar soluções adequadas. 

Dossier 27º Festival de Almada

Dossier 27º Festival de Almada

A edição deste ano do Festival de Almada foi marcada pela poesia, de Camões a Kavafis, de Pessoa aos poetas de rua cubanos, pela singularidade das vozes vindas de diferentes países, radicais na defesa de um teatro que não se esfume após a apresentação de um espectáculo, e pela afirmação de um teatro que se implique com quem está a ver. Durante quinze dias, distribuídos por Almada, Lisboa e, este ano, também o Porto, vai ser tempo de reflectir não apenas sobre o modo como companhias vindas da Argentina. de Angola, do Canadá, da Rússia, de França, de Portugal ou de Espanha ultrapassam as convenções de um teatro geográfico e abraçam o ar do tempo, deixam de falar em termos abstractos e actuam num plano microscópico, em nome de uma refundação da ideia de que o teatro, se já não reflectir o mundo, pelo menos não o ignora, porque já não se pode considerar fora dele. O dossier que preparámos é um mapa por algumas dessas ideias e um momento de reflexão e análise que ambiciona potenciar a discussão.